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  1. Posição 11

    Medscape·há 12 h

    95 pontos95pts

    A agência europeia de medicamentos emitiu alerta de segurança sobre o risco de aspiração pulmonar durante anestesia geral e sedação profunda em pacientes em uso de agonistas do receptor de GLP-1. A revisão considerou relatos de casos e estudos observacionais que mostram maior volume de conteúdo gástrico residual, mesmo após o jejum habitual.

    A agência recomenda que as bulas desses medicamentos passem a incluir a advertência. O comunicado sugere que a equipe cirúrgica pergunte ativamente sobre o uso do medicamento na avaliação pré-anestésica e considere estratégias como dieta líquida nas 24 horas anteriores ou avaliação do estômago por ultrassonografia. A decisão sobre suspender a medicação antes do procedimento deve ser individualizada.

    O alerta interessa a anestesiologistas, endoscopistas, cirurgiões e intensivistas, além de endocrinologistas e clínicos que prescrevem esses fármacos para diabetes e obesidade. Com o aumento do uso, a pergunta sobre a medicação tende a se tornar parte da rotina de qualquer procedimento com sedação.

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  2. Posição 21

    PEBMED·há 7 h

    90 pontos90pts

    A nova diretriz brasileira de hipertensão arterial adota meta pressórica abaixo de 130/80 mmHg para a maior parte dos adultos em tratamento e revisa a sequência de escolha de anti-hipertensivos. O documento recomenda iniciar o tratamento com combinação de dois fármacos em comprimido único para a maioria dos pacientes, reservando a monoterapia para casos de menor risco e para idosos frágeis.

    O texto também atualiza os critérios de medida residencial e ambulatorial da pressão arterial, que passam a ter peso maior no diagnóstico e no acompanhamento. Para pacientes com mais de 80 anos ou com hipotensão ortostática, a meta pode ser individualizada. A diretriz reforça ainda a redução do consumo de sódio, a atividade física regular e o controle do peso como parte do tratamento.

    A mudança afeta cardiologistas, nefrologistas, clínicos e médicos da atenção primária, que concentram a maior parte do acompanhamento de pacientes hipertensos. Com a meta mais baixa, uma parcela dos pacientes considerados controlados pelo critério anterior passa a precisar de ajuste terapêutico.

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  3. Posição 3

    Agência Einstein·há 11 h

    87 pontos87pts

    O Ministério da Saúde divulgou boletim epidemiológico que aponta razão de mortalidade materna de 58 óbitos por 100 mil nascidos vivos em 2025, queda de cerca de 9% em relação ao ano anterior. O índice ainda está acima da meta nacional de 30 óbitos por 100 mil até 2030, assumida nos compromissos de desenvolvimento sustentável.

    As principais causas continuam sendo síndromes hipertensivas, hemorragia pós-parto e infecção. O boletim mostra diferenças regionais: as regiões Norte e Nordeste concentram as maiores taxas, e mulheres pretas apresentam risco quase duas vezes maior que mulheres brancas. Cerca de 90% dos óbitos foram classificados como evitáveis pelos comitês de investigação.

    Os dados interessam a obstetras, médicos de família, intensivistas e anestesiologistas que atuam em maternidades. O documento reforça a importância do pré-natal com aferição de pressão arterial, do uso de protocolos para hemorragia pós-parto e da referência oportuna de gestantes de alto risco para serviços com leito de terapia intensiva.

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  4. Posição 41

    Agência Brasil·há 8 h

    83 pontos83pts

    A Anvisa aprovou o registro de uma versão biossimilar da semaglutida produzida por laboratório nacional, com indicação restrita ao tratamento do diabetes tipo 2 em adultos. A previsão de chegada às farmácias é para o primeiro semestre, e o fabricante estima preço cerca de 25% inferior ao do medicamento de referência.

    O dossiê incluiu estudos de comparabilidade analítica e um ensaio clínico com aproximadamente 600 pacientes, que mostrou redução de hemoglobina glicada equivalente à do produto original em 26 semanas. O perfil de eventos adversos, com predomínio de náusea e sintomas gastrointestinais, também foi semelhante. A indicação para tratamento da obesidade não foi solicitada nesta etapa e depende de novo pedido.

    A aprovação interessa a endocrinologistas, clínicos e médicos da atenção primária que acompanham pacientes com dificuldade de acesso ao medicamento. A agência reforçou que a troca entre o produto de referência e o biossimilar deve ser decidida pelo médico, com acompanhamento clínico, e que a farmacovigilância seguirá ativa nos primeiros anos de comercialização.

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  5. Posição 51

    Medscape·há 19 h

    79 pontos79pts

    A agência americana de medicamentos autorizou um exame de sangue baseado em DNA tumoral circulante como opção de rastreamento de câncer colorretal em adultos de risco médio a partir dos 45 anos. A decisão se apoiou em estudo com cerca de 8 mil participantes, no qual o teste detectou aproximadamente 80% dos cânceres, com desempenho inferior para lesões pré-malignas avançadas.

    A autorização não substitui a colonoscopia: resultados positivos devem ser investigados com o exame endoscópico. A agência indicou o teste para pessoas que recusam os métodos já disponíveis, e não como primeira escolha. O intervalo recomendado entre exames ainda será definido por sociedades médicas, e a cobertura pelos planos de saúde americanos segue em discussão.

    O tema interessa a gastroenterologistas, coloproctologistas, oncologistas e médicos de família. No Brasil, o teste não tem registro na Anvisa, mas a decisão tende a influenciar o debate sobre estratégias de rastreamento com maior adesão da população, especialmente entre adultos que nunca realizaram exames preventivos.

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